Preview técnico do próximo título de horror da Capcom, reforçando vantagens do hardware Sony e integração com o DualSense.
Quando o assunto é tecnologia de ponta e imersão em survival horror, Resident Evil Requiem não está economizando esforços. Com lançamento marcado para 27 de fevereiro de 2026 em PS5, Xbox Series X/S, Nintendo Switch 2 e PC, a Capcom tem falado abertamente sobre como o jogo aproveita o poder da PS5 Pro, bem como as capacidades únicas do controle DualSense para criar uma experiência visual e sensorial mais profunda.
Desempenho no PS5 Pro: equilíbrio entre gráficos e fluidez
No coração das novidades técnicas está a performance no console de geração aprimorada. Segundo o diretor de jogo Akifumi Nakanishi, Requiem terá modos de desempenho que oferecem escolhas claras para o jogador:
-Com ray tracing ativado: o game pode rodar em resolução 4K nativa a 60 quadros por segundo, entregando visuais altamente detalhados com iluminação e reflexos realistas.
-Com ray tracing desligado: a prioridade vai para a fluidez, permitindo que Requiem atinja até 120 FPS em telas capazes, com média em torno de 90 FPS, segundo otimizações do estúdio.
Essa dualidade técnica dá ao jogador a opção de escolher entre imersão gráfica ou resposta mais rápida, algo que faz muita diferença em um título de horror onde reflexos e timings são cruciais.
Nakanishi ressaltou que a alta taxa de quadros, especialmente quando ajustada para desempenho máximo, não é apenas um número melhor no papel, ela muda a forma como a narrativa e o ambiente são percebidos, tornando os espaços mais convincentes e menos “travados” visualmente quando comparados a framerates menores.
Uso avançado do DualSense para sensações realistas
Além do desempenho bruto, Resident Evil Requiem aposta pesado na integração com o controle DualSense da PS5, usando recursos que vão além da simples vibração:
-Feedback háptico detalhado: o jogo aproveita as diferentes zonas de vibração para traduzir sensações específicas — desde passos e impactos até detalhes mais sutis de ambiente.
-Gatilhos adaptativos: diferentes ações no jogo acarretam resistências variadas nos gatilhos, fazendo com que armas e interações físicas pareçam mais “presentes”.
-Uso do áudio no controle: além do feedback físico, sons ambientais são reproduzidos diretamente no DualSense, intensificando a sensação de que o jogador está no centro da ação.
Um exemplo citado pelos desenvolvedores descreve um enigma com uma caixa de joias: ao girá-la, o DualSense reproduz as vibrações e sons dos objetos batendo dentro da caixa, criando um efeito quase palpável de presença no mundo virtual.
Resident Evil Requiem parece estar caminhando para ser um dos títulos mais bem polidos tecnicamente da franquia, especialmente na PS5 Pro, onde o equilíbrio entre fidelidade visual e desempenho dinâmico pode agradar tanto fãs de gráficos quanto aqueles que preferem resposta rápida e fluida. Ao mesmo tempo, o uso inteligente do DualSense é uma prova de como Capcom está explorando as ferramentas à disposição para elevar a imersão — não apenas com imagens bonitas, mas com sensações que ampliam o horror e a tensão inerentes à série.
Fonte: PlayStation Blog Japão
